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sábado, 14 de agosto de 2010

MZ (FBM)

FBM - FÁBRICA BRASILEIRA DE MOTOS (MZ Brasil)

A Fábrica Brasileira de Motos (FBM) nasceu no ano de 1973, em Cachoeirinha-RS, montando modelos simples baseados nos modelos da Zanella argentina, porém apenas em 1979 ela passou a ganhar algum destaque no cenário nacional, produzindo 02 modelos: Uma street, chamada FBM 125 , e uma off-road, a FBM Rallye 125. Eram motos rústicas, de acabamento simplório e motores 2 t. Utilizavam motores Zanella de 2T sob licensa Minarelli italiana, com grandes aletas para refrigeração a ar, o que tornava o aquecimento quase impossível, mesmo em baixas velocidades. Em uma evolução de seus modelos, lançou em 1982 dois novos modelos, ainda com mecânica Zanella: FBM MR 125 Rallye (14,4 CV) e 200 Rallye (21 CV) . Possuíam um quadro muito resistente, com uma suspensão traseira bi-choque, de pequeno curso, além de um escapamento pouco adequado para a prática off-road.

FBM 125 Rallye


















FBM 125 Passeio







FBM 200 Rallye









Em 1983, evoluindo seus produtos, descontinuou os modelos MR e lançou a FBM Kapra 125 TR. Contudo, para a prática do off-road, a mesma não possuía suspensões adequadas. À época, a fábrica afirmou já ter um protótipo, chamada Kapra II com suspensão traseira monochoque e potência de 18 CV, o que viria a colocá-la em condições de competir com a DT 180. Contudo, não passou de um protótipo, do qual nem fotos existem. No final deste ano, lançou-se a FBM Kapra 200 TRS , basicamente a mesma moto, apenas com um sistema elétrico de 12V e um motor com 21 CV que ficou em linha por menos de um ano. Especulou-se ainda neste ano, o lançamento de uma street 200, baseada na Zanella JR 200, projeto que não saiu da fase de estudos . Neste ano, os dirigentes da FBM procuraram a Kawazaki e a Benelli, tentando estabelecer um acordo tecnológico, o que não ocorreu.


FBM Kapra 125 TR








FBM Kapra 200 TRS







Em 1984 a FBM firmou um acordo com a fábrica MZ (Motorradwerke Zschopau ), da então Alemanha Oriental (DDR), com tecnologia das extintas DKW. Os brasileiros, acostumados à tecnologia japonesa, de Honda e Yamaha, viram-se diante de uma moto com tecnologia antiga, 2t, refrigerada a ar, com pedal de partida do lado esquerdo, pouco potente (21CV), contudo com uma fama mundial de resistência extrema e pouca manutenção. O modelo alemão, ETZ 250, era estranho, em termos de design, para o gosto dos brasileiros, mas o modelo nacional, batizado de MZ 250 RS, era bem resolvido nesta questão. Apesar dos esforços da FBM, a penetração mercadológica do modelo foi pequena. Em 1986, a FBM passa a denominar-se MZ Simson do Brasil. Neste mesmo ano, lança uma versão “De Luxe”, a MZ 250 RSJ, com melhorias estéticas, e especula-se, mecânicas, estas nunca confirmadas pela fábrica.


MZ 250 RS 1985






RSJ 1986







Houve planos ainda de uma “setentinha” da Simson (do mesmo grupo IFA), e modelos street da MZ 500, além de uma enduro de 250. Contudo, dificuldades financeiras tanto da ex-FBM, como da própria MZ alemã, levaram ao fechamento definitivo, em 1987, da MZ Simson do Brasil, após a produção de 11.840 unidades da MZ brasileira.

Agradecemos a contribuição de Anderson Kuntz Grzesiuk na elaboração desta página.

Fontes: Dados obtidos de arquivo pessoal e artigos das revistas Duas Rodas, Motoshow e Moto (as 2 últimas já extintas)


A alemã MZ chega às grandes esportivas com a 1000 S






















Lembra-se da MZ, a moto de tecnologia alemã-oriental que foi fabricada no Brasil na década de 80? Pois a marca germânica manteve-se no mercado europeu e agora, dois anos após sua apresentação como moto conceitual, prepara o lançamento oficial da MZ 1000 S, uma esportiva de grande cilindrada.























As linhas ousadas da 1000 S destacam os faróis, com lentes trapezoidais paralelas, e o quadro (de aço) exposto pela carenagem. O motor é um bicilíndrico em linha de 998 cm3, com oito válvulas e injeção eletrônica, que produz 115 cv a 9.000 rpm e um torque de 10,1 m.kgf a 7.000 rpm. Está bem servida de freios -- duplo disco de 320 mm à frente, com pinças de quatro pistões -- e de pneus, alemães Metzeler Sportec em medida 120/70-17 à frente e 180/55-17 na traseira.

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